Olá minha multidão de seguidores.
Por enquanto são poucos [conto com grandiosos três seguidores] mas sei que esse número irá aumentar significativamente para, pelo menos, cinco em pouco tempo.
:D
Quero falar de uma coisa que normalmente eu não falo e jamais eu discuto: Religião.
Não quero falar da minha [até porque não estou convicta em nenhum segmento religioso, por acreditar em várias coisas], mas quero falar daquilo, ou melhor, Daquele que nos une num pensamento de paz, proteção e bem estar, quero falar de Deus.
Sim, isso mesmo!
Se estiverem se perguntando se eu me converti, ou o que será que eu estou frequentando... quero dizer que não, eu não me converti e continuo frequentando aquilo que me dá paz de espírito e traz bondade à minha alma.
Meus queridos, quero deixar aqui um relato acontecido há poucos dias, mas que poderia ter mudado meu destino se não fosse por essa proteção divina, ocorrida no dia 23 de Maio.
Quero falar a cada um dos que leem essa página que a proteção de nosso Pai esteve presente me amparando e cuidando de minha vida e saúde, livrando-me de qualquer mau acontecimento que pudesse ter tornado trágico o final de uma viagem feliz e sadia.
Quero, mais do que isso, agradecer Aquele que cuidou para que tudo saísse bem, deixando-me sem nenhum arranhão. Obrigada meu Senhor por mais essa benção que derramou sobre mim e obrigada por ter disposto de um Anjo da Guarda fiel, que em nenhum momento me desamparou ou me deixou cair em desespero.
Elevo meus agradecimentos ao Senhor, agradecendo não somente por minha vida mas também pela vida daquele que o Senhor escolheu para estar ao meu lado, para me fazer feliz e complementar meus dias que estavam sem sentido e com pouca luz.
Obrigada Senhor, por tudo. Obrigada aos meus amigos e familiares por pedirem a Deus por nós e pela intercessão de cada um, para que mantivesse nosso Anjo da Guarda presente, fiel e escudeiro.
Que assim continue por todo o sempre...
Beijocas de amendoim!
Quero falar de mim, falar de ti, falar de tudo. Quero desabafar, saber, conhecer, ler. São tantas coisas que não se pode contar... Como as estrelas, que vivem no céu. E as que nascem na terra. Um pouco de cada um, no outro, em mim. Assim seguindo, pensando, observando, clicando e escrevendo...
sexta-feira, junho 03, 2011
quarta-feira, maio 18, 2011
Headband




Boa noite a quem quer que esteja "me lendo" hoje!
Voltei bastante animada.
Fiz compras e olha só o que eu comprei... Uma Headband! (Ohhhhhhhh, e o que tem de tããão legal nisso?)
Tá bom, eu sei que não é nada de outro mundo, mas é que estou muito empolgada. Nunca pensei que faria meu estilo usar uma dessas...
Eu soube que a idéia de usar essas "coroas" surgiu na Grécia, onde eram feitas coroas com folhas de louro para serem usadas em ocasiões especiais ou nomeações. Roma inovou aplicando ouro nessas mesmas coroas, mas com o tempo se popularizou e se tornou o que é hoje. Não é de hoje que elas são tendência por aí. Já na época de nossos pais, na revolução Hippie, elas eram mega usadas por homens e mulheres e marcaram época até chegarem ao que conhecemos, feitas de couro, cetim, com apliques, flores, de metal, ou peróla e utilizadas em várias ocasiões fazendo a cabeça, inclusive, das noivas em seu "grande dia".
A minha é bem simples. Mas adorei!!
Volto na semana que vem com mais coisas pra contar.
Beijocas de framboesa!!
Refletindo a Vida
Então, é meu primeiro post aqui. Não sei bem o que escrever. Na verdade não sei para quem vou escrever.
Isso aqui está se parecendo com sessão de análise. Eu sempre pensei que não precisasse de análise. No fundo, eu acho que todos precisamos..
Aqui no meu quarto não tem muita coisa legal: Atrás de mim fica um guarda roupa (meio manco), ao meu lado tem uma cama (com edredom do Big Brother Brasil, na época que comprei eu gostava :\ ), a minha imensa cortina verde (de um verde quase fluor), no canto fica meu cabideiro com algumas bolsas (sou mais uma do universo feminino apaixonada por bolsas) refletido pelo meu espelho (que não tem nada de diferente, mas é o meu espelho, e isso o torna diferente) e aqui em minha frente meu computador.. A minha WebCam não funciona e ultimamente o computador também não está dos melhores, mas tem me feito muita companhia!
Não sei por que estou falando de mim e do universo que me rodeia. Parece que estou tão inserida nele que não consigo visualizar outras coisas. Na verdade tudo parece um caos aqui dentro, nada está no lugar. Acho que nada mesmo! Imagino que seja o reflexo do próprio dono, assim como os animais são e as crianças também. Chego a me lembrar das palavras de Carlos Drummond de Andrade. Vou transcrever aqui e espero ser, hoje, compreendida.
Prometo voltar amanhã com um pouco mais entusiasmo e novidades a todos.
Beijocas de caramelo!!
O HOMEM, AS VIAGENS
O homem, bicho da Terra tão pequeno
chateia-se na Terra
lugar de muita miséria e pouca diversão
faz um foguete, uma cápsula, um módulo
toca para a Lua
desce cauteloso na Lua
pisa na Lua
planta bandeirola na Lua
experimenta a Lua
coloniza a Lua
civiliza a Lua
humaniza a Lua
Lua humanizada: tão igual à Terra
o homem chateia-se na Lua
Vamos para Marte, ordena à suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em Marte
pisa em Marte
experimenta
coloniza
humaniza Marte com engenho e arte
Marte humanizado, que lugar quadrado
vamos a outra parte?
Claro diz o engenho
sofisticado e dócil.
Vamos à Vênus
o homem põe o pé em Vênus,
Vê o visto, é isto?
Idem
Idem
Idem
O homem funde a cuca se não for à Júpiter
proclamar justiça com injustiça
repetir a fossa
repetir o inquieto
repetitório
Outros planetas restam para outras colônias.
o espaço todo vira Terra-a-terra.
o homem chega ao Sol ou dá uma volta
só para te ver?
Não vê que ele inventa
roupa insiderável de viver no Sol
põe o pé e:
Mas que chato é o Sol, falso touro espanhol domado.
Restam outros sistemas fora
do solar a colonizar.
ao acabarem todos
só resta ao homem
(estará equipado?)
a dificílima dangerosíssima viagem
de si mesmo a si mesmo:
por o pé no chão
do seu coração
experimentar
colonizar
civilizar
humanizar
o homem
descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
a perene, insuspeitada alegria
de con-viver.
(Carlos Drummond de Andrade)
Isso aqui está se parecendo com sessão de análise. Eu sempre pensei que não precisasse de análise. No fundo, eu acho que todos precisamos..
Aqui no meu quarto não tem muita coisa legal: Atrás de mim fica um guarda roupa (meio manco), ao meu lado tem uma cama (com edredom do Big Brother Brasil, na época que comprei eu gostava :\ ), a minha imensa cortina verde (de um verde quase fluor), no canto fica meu cabideiro com algumas bolsas (sou mais uma do universo feminino apaixonada por bolsas) refletido pelo meu espelho (que não tem nada de diferente, mas é o meu espelho, e isso o torna diferente) e aqui em minha frente meu computador.. A minha WebCam não funciona e ultimamente o computador também não está dos melhores, mas tem me feito muita companhia!
Não sei por que estou falando de mim e do universo que me rodeia. Parece que estou tão inserida nele que não consigo visualizar outras coisas. Na verdade tudo parece um caos aqui dentro, nada está no lugar. Acho que nada mesmo! Imagino que seja o reflexo do próprio dono, assim como os animais são e as crianças também. Chego a me lembrar das palavras de Carlos Drummond de Andrade. Vou transcrever aqui e espero ser, hoje, compreendida.
Prometo voltar amanhã com um pouco mais entusiasmo e novidades a todos.
Beijocas de caramelo!!
O HOMEM, AS VIAGENS
O homem, bicho da Terra tão pequeno
chateia-se na Terra
lugar de muita miséria e pouca diversão
faz um foguete, uma cápsula, um módulo
toca para a Lua
desce cauteloso na Lua
pisa na Lua
planta bandeirola na Lua
experimenta a Lua
coloniza a Lua
civiliza a Lua
humaniza a Lua
Lua humanizada: tão igual à Terra
o homem chateia-se na Lua
Vamos para Marte, ordena à suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em Marte
pisa em Marte
experimenta
coloniza
humaniza Marte com engenho e arte
Marte humanizado, que lugar quadrado
vamos a outra parte?
Claro diz o engenho
sofisticado e dócil.
Vamos à Vênus
o homem põe o pé em Vênus,
Vê o visto, é isto?
Idem
Idem
Idem
O homem funde a cuca se não for à Júpiter
proclamar justiça com injustiça
repetir a fossa
repetir o inquieto
repetitório
Outros planetas restam para outras colônias.
o espaço todo vira Terra-a-terra.
o homem chega ao Sol ou dá uma volta
só para te ver?
Não vê que ele inventa
roupa insiderável de viver no Sol
põe o pé e:
Mas que chato é o Sol, falso touro espanhol domado.
Restam outros sistemas fora
do solar a colonizar.
ao acabarem todos
só resta ao homem
(estará equipado?)
a dificílima dangerosíssima viagem
de si mesmo a si mesmo:
por o pé no chão
do seu coração
experimentar
colonizar
civilizar
humanizar
o homem
descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
a perene, insuspeitada alegria
de con-viver.
(Carlos Drummond de Andrade)
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